7 passeios imperdíveis para quem deseja conhecer Paraty

Renovar as energias e relaxar em um lugar paradisíaco é fundamental para acalmar a correria do dia a dia; para quem procura a paz que só o litoral consegue trazer, Paraty é uma ótima opção

Se você gosta de cultura e história, mas também não dispensa um bom mergulho em praias de águas cristalinas, Paraty é o lugar certo. A cidade, localizada a 250 quilômetros da capital, Rio de Janeiro, reúne ótimos atributos, como excelente culinária, praias e cachoeiras paradisíacas e um incrível Centro Histórico. Quer saber o que fazer em Paraty? Confira o nosso post!

1 – Passeio de escuna

Um dos passeios mais recomendados é o tour de escuna em Paraty. Essa é uma das melhores e mais relaxantes maneiras de conhecer algumas das 68 ilhas e das dezenas de praias que essa região reserva. O passeio tem, em média, cinco horas de duração e é possível praticar mergulho, além de conhecer algumas das praias mais famosas de lá como a Praia Vermelha, por exemplo.

2 – Caminho do Ouro

Construído pelos escravos entre os séculos XVII e XIX, o Caminho do Ouro mantém a exuberância da flora da mata atlântica do Parque Nacional da Serra da Bocaina intacta. O caminho ligava Minas Gerais ao Rio de Janeiro e a São Paulo. Andar por esse trajeto não permite apenas conhecer um pouco da história local, mas também ter uma noção de como ele se relaciona com o presente. O passeio precisa ser agendado com antecedência e todo o trajeto é acompanhado por um guia que fornecerá todas as explicações e curiosidades.

3 – Igreja de Santa Rita de Cássia

Construída em 1722, essa igreja continua sendo até hoje um ícone dos cartões-postais de Paraty. O altar da igreja é dedicado para Santa Rita, Nossa Senhora de Conceição e Nossa Senhora do Carmo. O passeio é válido até mesmo para aqueles que não são religiosos, já que a arquitetura histórica do local atrai milhares de visitantes. Lá, também funciona o Museu de Arte Sacra de Paraty, com entrada gratuita.

Igreja Santa Rita

4 – Praia do Sono

A Praia do Sono, como o próprio nome já diz, oferece aos seus visitantes um ambiente tranquilo e acolhedor. O local é famoso por sua água cristalina esverdeada, por sua areia fina e cachoeiras exuberantes. Na Praia do Sono, não existem ruas pavimentadas, e os moradores vivem em casas simples e se sustentam da pesca local. Se for visitar a região, não espere muito luxo: não há hotéis sotisficados, apenas pousadas rústicas, campings e chalés.

(reprodução Pinterest)

5 – Pedra que engole

É corajoso e gosta de uma atração mais radical, mas também divertida? Se a resposta for positiva, esse passeio é para você. O espaço é formado por um conjunto de rochas em que corre a água que desce a Serra do Mar e depois corre para a Praia do Medo, outro ponto turístico famoso de Paraty. As rochas que engolem as pessoas ficam na região de Trindade, e o acesso pode ser feito por uma trilha inclinada que fica localizada na praia.

6 – Lagoa Azul

Se você já assistiu ao filme Lagoa Azul, provavelmente achou aquele lugar um paraíso exuberante, não é? Pois saiba que é possível encontrar um lugar igual àquele aqui no Brasil, basta visitar essa praia em Paraty. Com águas azuis calmas e cristalinas, a Lagoa Azul é cercada por rochas e mata verde. Para quem gosta de nadar, pegar um bronzeado e ficar em paz, esse ponto turístico é, sem dúvidas, uma opção perfeita.

Lagoa Azul Paraty

7 – Centro Histórico de Paraty

Para quem gosta de história, visitar o Centro Histórico de Paraty vai ser uma experiência incrível. Com uma arquitetura de tirar o fôlego, as ruas coloniais remontam aos casarões coloniais e às igrejas dos séculos XVIII e XIX. Ao caminhar pelas ruas de pedra do centro, o visitante pode apreciar a boa culinária, admirar o artesanato, conhecer um pouco da história do Brasil e, no final, ainda dar um mergulho nas belas praias.

Casarão no Centro Histórico de Paraty

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5 cidades para conhecer no Rio de Janeiro além da capital

Que o Rio de Janeiro continua lindo você já sabe, mas você conhece as outras cidades lindíssimas do estado além da capital? Com praias paradisíacas, grande acervo cultural e histórico, é quase impossível não se apaixonar por essas outras cidades do Rio de Janeiro. Confira!

a imagem mostra a igreja de Santa Rita em Paraty. A igreja tem cor branca, com suas margens em marrom e dourado desbotado. Uma única torre apresenta um sino, e o pátio da frente é todo coberto por grama verde.

1 – Búzios

Uma das cidades Rio de Janeiro mais visitadas na região dos Lagos, Búzios possui algumas das paisagens que mais atraem turistas estrangeiros ao Brasil. Depois que a atriz francesa Brigitte Bardot visitou Búzios Rio de Janeiro em 1964, a cidade ficou mundialmente famosa quando ela afirmou categoricamente que o local era “um lugar de tranquilidade e de beleza paradisíaca”.

Foi nesse contexto que Búzios foi apresentada ao mundo: de uma simples vila de pescadores dos anos 1960 a uma cidade luxuosa e cheia de glamour que guarda pousadas em Búzios incríveis, restaurantes deliciosos e vida noturna animada. Tudo isso fez com que a cidade ganhasse um título curioso no meio turístico: a “Saint-Tropez brasileira”.

A arquitetura continua simples, e Búzios ainda tem um quê de cidadezinha pequena, porém, o município hoje é um dos mais visitados turisticamente no Rio de Janeiro. Surfistas, velejadores, naturistas, famílias, jovens e casais em lua de mel encontram praias perfeitas para o seu perfil, que, além de proporcionarem ótima infraestrutura turística, oferecem beleza inegável.

a fotografia mostra a praia de Manguinhos durante um pôr do sol em Rio de Janeiro Búzios. Diversos barcos estão ancorados na orla. O mar calmo e o céu em crepúsculo proporcionam uma bela paisagem.

2 – Paraty

O verde da preservada mata atlântica que contorna Paraty Rio de Janeiro já é o bastante para deixar animado o turista que chega à cidade. Paraty foi uma das cidades mais importantes do período do ouro no Brasil, sendo o principal porto do país no século XVII e sendo o destino final da Rota do Caminho do Ouro, que ia de Ouro Preto, Minas Gerais, até a cidade carioca.

Por conta do fluxo de navios que aportavam na cidade, grandes fortunas circulavam por entre as suas ruas de pedra, fato que fez de Paraty uma das cidades mais ricas do período colonial brasileiro. Os casarões de janelas e portas coloridas dão um toque encantador à cidade, que esconde dentro de sua serra cachoeiras e lagoas incríveis.

Excelente gastronomia, pousadas lindíssimas e praias de tirar o fôlego são ainda alguns dos atributos dessa cidade histórica, que é um dos principais polos do Rio de Janeiro turismo.

uma foto à noite de uma das ruas de pedra de Paraty. Os casarões antigos, em branco e à esquerda, apresentam portas e janelas na cor amarela, com batedores azuis e vermelhos. As pedras do solo possuem formatos irregulares.

3 – Angra dos Reis

Com mais de 360 ilhas em sua baía, Angra dos Reis possui um dos maiores e mais divertidos leques de passeios marítimos do Brasil. O porto de Angra possui diversos barcos que saem a toda hora para passeios pelo mar verde cristalino, oferecendo a chance de você conhecer paraísos escondidos.

As ilhas mais visitadas do arquipélago são as ilhas do Dentista, Gipóia, Cataguases e Ilha Grande. Aliás, Ilha Grande é a maior ilha da baía e durante muitos anos dos séculos seguintes ao descobrimento foi palco de diversos conflitos marítimos entre colonizadores, piratas e invasores. Durante o período imperial, ela foi parada de navios negreiros, e durante a Ditadura Militar, serviu até mesmo como presídio para presos políticos.

Conhecer Angra dos Reis e, sobretudo, Ilha Grande, é visitar um grande museu a céu aberto e é uma grande chance de praticar mergulho, já que a cidade é um dos melhores locais para mergulho no país. A sua diversa fauna marinha apresenta várias espécies de peixes, moluscos, crustáceos, tartarugas e moreias.

A foto mostra os entornos da Ilha Grande em Angra dos Reis. Um mar de água cristalina convida banhistas a nadarem entre as pedras. Um barco ao fundo espera os turistas.

4 – Petrópolis

O Rio de Janeiro mapa é basicamente formado por serras, praias e ilhas. E o destino predileto dos cariocas quando chega a época de frio é a cidade serrana de Petrópolis. Durante o século XIX, quando a cidade do Rio de Janeiro ainda era capital do Brasil, Dom Pedro II fugia do forte calor da cidade para se refugiar em Petrópolis.

Por conta da influência do imperador, diversos casarões e palacetes foram erguidos para receber a corte e aristocratas, fato que transformou a cidade em uma das mais belas arquitetonicamente do Rio de Janeiro. O charme das construções reais, juntamente com o clima agradável e a ótima infraestrutura turística, fizeram da cidade um dos principais destinos para curtir o inverno no Sudeste.

O palácio, que foi erguido para ser a residência da família real durante o verão de 1845, atualmente é um museu onde são guardados documentos, móveis, joias e objetos que pertenciam a membros da corte. Os turistas podem visitar os quartos, mas sempre utilizando pantufas nos pés para não arranhar o piso histórico.

a imagem mostra uma das igrejas imperiais erguidas em Petrópolis. O seu estilo neo-gótico apresenta uma única torre ao centro. Uma larga escadaria leva o visitante até a porta principal.

5 – Arraial do Cabo

No portal da cidade, bem no início da estrada, você verá uma placa de boas vindas com os dizeres: “Bem-vindo a Arraial do Cabo, o Caribe brasileiro”. Com acesso fácil (apenas 160 quilômetros da capital do Rio de Janeiro), preços muito em conta, sol praticamente todos os dias do ano e praias deslumbrantes, Arraial do Cabo é um dos destinos mais indicados para aqueles que querem relaxar na praia durante um dia todo.

Com menos de 30 mil habitantes, Arraial do Cabo guarda algumas das praias mais bonitas do Brasil, que se tornaram verdadeiros pontos turísticos Rio de Janeiro. E uma das principais praias da cidade é a Praia do Forno.

A Praia do Forno só pode ser acessada por trilha ou por barco, o que rende uma ótima vista e fotos perfeitas. O colorido azul da água, a estreita faixa de areia branca e a vegetação virgem que cerca a paisagem formam um cenário lindíssimo, digno de ser comparado às praias do mar caribenho.

Descrição da imagem: a imagem mostra uma escadinha de madeira que leva a uma das praias de Arraial do Cabo. O final do caminho apresenta uma praia lindíssima com um mar azul turquesa.

Quer conhecer com seus próprios olhos esses incríveis destinos turísticos? Com os pacotes de viagem do ViajaNet, você pode fechar com o menor preço do mercado as passagens aéreas e a hospedagem em um confortável hotel Rio de Janeiro. Confira nossas condições de pagamento e fique de olho no blog do ViajaNet para mais listas como essa!

11 lugares para conhecer em São Paulo no aniversário da cidade

São Paulo completa 464 anos no próximo dia 25 de janeiro e, para quem é turista na própria cidade, a metrópole guarda – e esconde – diversos locais interessantíssimos que você precisa conhecer.

escrição da imagem: a imagem mostra a bandeira do estado de São Paulo tremulando no alto do edifício Altino Arantes, popularmente conhecido como Banespão.

(Fonte Pinterest)

Pinacoteca

O que fazer em São Paulo? Muita gente conhece mas nunca foi de fato à Pinacoteca do Estado de São Paulo. Além de ser belíssimo na parte de fora, esse museu guarda conhecidas obras de artistas plásticos e esculturas em seu interior. Localizada no bairro da Luz e projetado no século XIX, a Pinacoteca começou com um acervo de apenas 26 quadros e hoje conta com mais de 9 mil obras de renomados artistas como Anita Malfatti, Candido Portinari e Benedito Calixto.

Descrição da imagem: a fotografia mostra a parte oeste da Pinacoteca do Estado, com uma de suas entradas laterais. A sua parte externa é ornamentada com tijolinhos de cor amarronzada, enquanto uma escada de cor branca e o nome “Pinacoteca” em vermelho chamam a atenção na imagem.

(Fonte Istock)

Pavilhão Japonês

Localizado dentro do Parque do Ibirapuera e pouco conhecido pela grande multidão, o Pavilhão Japonês é um ponto de paz dentro da maior cidade do País. Inspirado na arquitetura do Palácio Katsura, na cidade de Quioto, o Pavilhão foi entregue pela comunidade japonesa em homenagem ao aniversário da cidade em 1954. O local conta com um lago de carpas, exposições artísticas e apresentações musicais durante o ano todo.

Descrição da imagem: A imagem mostra o lado de fora do Pavilhão Japonês. A área para transitar é feita de cascalho cinza, enquanto atrás de uma cerca de bambu cascalhos de cor branca compõem o solo de um pinheiro negro imponente. O Pavilhão feito de madeira está logo atrás.

(Fonte Pinterest)

Cripta da Catedral da Sé

Escondida dentro de um dos maiores símbolos de São Paulo, a cripta da Catedral da Sé fica localizada abaixo do altar principal da igreja. Por meio de visitas monitoradas, você pode conhecer os 619 metros quadrados mantidos abaixo da terra, que guardam os corpos de 15 bispos brasileiros e portugueses, além do corpo do cacique Tibiriçá, um dos primeiros nativos brasileiros a serem catequizados.

Descrição da imagem: a imagem mostra a Cripta da Sé, guardando as lápides de grandes bispos que viveram no Brasil. Pilastras de cor branca erguem um teto de cor alaranjada, enquanto o piso apresenta um quadriculado branco e preto. As lápides são todas azuis, com exceção da imagem dos enterrados e nas escrituras que estão ali.

(Fonte Pinterest)

Banespão

Outro grande símbolo da cidade, o Edifício Altino Arantes, popularmente conhecido como Banespão, fica bem no centro da cidade, localizado próximo ao Vale do Anhangabaú. De cima de seus quase 162 metros de altura, você pode ter uma vista panorâmica de São Paulo, com um alcance de visão de 40 quilômetros. O edifício ainda conta com exposições, oficinas e até uma pista de skate recentemente inaugurada por Bob Burnquist.

a fotografia foi tirada de baixo, mostrando o imponente Banespão em meio aos prédios do centro velho da cidade de São Paulo. A bandeira do estado tremula de cima dos seus 35 andares.

(Fonte Pinterest)

Instituto Tomie Ohtake

Com uma arquitetura futurista, o Instituto Tomie Ohtake, que recebe o nome da artista plástica japonesa, promove mostras e exposições com inúmeras obras de arte durante todo o ano. Além do acervo pessoal de Tomie, o Instituto foi casa de exposições muito visitadas nos últimos anos, como a dedicada à pintora mexicana Frida Kahlo e ao espanhol Salvador Dalí.

Descrição da imagem: a foto mostra as divertidas curvas do prédio do Instituto Tomie Ohtake. O arranha-céu tem um misto de cores que vão do azul ao roxo.

(Fonte Pinterest)

Casa das Rosas

Localizada no início da Avenida Paulista, a Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura é um dos lugares mais encantadores da cidade de São Paulo. Construída como uma mansão para um dos barões do café, hoje o casarão é dedicado à poesia e literatura, recebendo oficinas e exposições com os temas. O nome da casa vem do seu jardim, que é lotado de rosas, sendo o local ideal para tirar uma foto e esquecer que está bem no centro da agitada São Paulo.

Descrição da imagem: a imagem apresenta a Casa das Rosas sendo vista da Avenida Paulista. O casarão de dois andares está atrás de portões de ferro. Um casal é fotografado em uma das sacadas do piso superior.

(Fonte Pinterest)

Centro Cultural Banco do Brasil

Quando você busca em São Paulo o que fazer, não se esqueça do Centro Cultural Banco do Brasil, o CCBB. Nele, diversos artistas plásticos e escultores expõem suas obras, além de ocorrerem apresentações de companhias de teatro, músicos e filmes de produtoras independentes. O espaço ainda conta com um café no térreo, pois não há nada mais paulistano do que tomar um café no centro, né?!

Descrição da imagem: a foto mostra o CCBB à noite, com todas as suas luzes acesas. O imponente edifício fica bem em uma esquina, o que explica o estilo arquitetônico clássico.

(Fonte Pinterest)

Casa de Vidro

Um dos São Paulo pontos turísticos menos conhecidos dessa lista, a Casa de Vidro ainda é uma atração “nova” na cidade. Oficialmente chamada de Instituto Lina Bo e P.M. Bardi – em homenagem a dois ícones da arquitetura modernista no Brasil -, a Casa de Vidro era a residência do casal até virar um instituto em 1990. Além da arquitetura lindíssima e a fachada composta por vidros, a casa conta com o acervo pessoal do casal, constituído por obras de arte, esculturas, projetos e desenhos, além de mais de 17 mil fotografias.

Descrição da imagem: a imagem mostra a Casa de Vidro no Bairro do Morumbi em São Paulo. Em meio a uma mata fechada, todas as paredes externas da casa são feitas de vidro, sendo ela erguida por pilastras cinzas.

(Fonte Pinterest)

Elevado Presidente João Goulart (Minhocão)

Quem passa pelo Minhocão de segunda a sexta-feira estranha a calma e o lazer que esse lugar proporciona nos fins de semana e feriados: o barulho de motores e buzinas é substituído pelo som de correntes de bicicletas e latidos de cães, pois o Elevado é aberto ao público nesses dias, tornando-se um verdadeiro parque no meio de São Paulo. Vale alugar uma das bicicletas disponíveis em diversos pontos da cidade e percorrer seus 3,4 quilômetros de extensão.

Descrição da imagem: a imagem mostra ciclistas e inúmeros pedestres aproveitando o fim de semana no Elevado Presidente João Goulart, comumente conhecido como Minhocão.

(Fonte Pinterest)

Museu da Imagem e do Som

O Museu da Imagem e do Som (MIS) vem ganhando muita notoriedade na cena dos museus de São Paulo, trazendo exposições itinerantes muito visitadas por paulistanos e batendo recordes todos os semestres – como foi o caso das exposições do Castelo Rá-Tim-Bum, David Bowie, Renato Russo e Tim Burton. O espaço ainda conta com exposições permanentes com um vasto acervo de fotografias, filmes, vídeos e músicas.

Descrição da imagem: a fotografia mostra o MIS do lado de fora, mostrando a sua arquitetura modernista na cor branca.

(Fonte Pinterest)

Praça do Pôr do Sol

Para terminar o dia, a Praça do Pôr do Sol, como é conhecida popularmente a Praça Coronel Custódio Fernandes Pinheiros, é perfeita se você quer assistir ao fim de tarde mais famoso de São Paulo. Ela fica no alto de uma das ladeiras do bairro de Pinheiros e, por conta da ausência de grandes prédios à sua frente, é possível ter uma vista panorâmica do bairro. Chegue cedo para ver o sol ir embora, aproveitando o clima do local, que é muito visitado por jovens e diversas tribos.

Descrição da imagem: A imagem mostra a Praça do Pôr do Sol com muitas pessoas sentadas na grama e nas muretas presentes no local. No céu, um bonito espetáculo laranja entretém os espectadores.

(Fonte Pinterest)

Não é de São Paulo e ficou com vontade de conhecer esses pontos turísticos? Com as passagens para São Paulo, você pode ver e experimentar pessoalmente todos os atributos que a maior cidade do País pode oferecer.

Com as passagens aéreas e os pacotes de viagens do ViajaNet, você pode conhecer esse e outros lugares do Brasil e do mundo. Fique de olho no blog do ViajaNet para mais dicas como essa!

18 lugares para viajar no Nordeste

Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Sergipe, Alagoas e Piauí. Os nove estados nordestinos são repletos de belezas naturais e muita coisa para conhecer. Não sabe por onde começar? Veja 18 lugares para viajar no Nordeste!

1 – Porto Seguro – BA

Casas coloridas em Porto Seguro, na Bahia

A cidade de Porto Seguro, na Bahia, é uma das regiões mais agitadas do estado. Oferecendo festas, passeios, ecoturismo e belas praias, esse é um dos destinos mais procurados por quem está planejamento a primeira viagem para o Nordeste brasileiro.
O Arraial d’Ajuda é um local tranquilo e perfeito para quem deseja aproveitar momentos de descontração.
O pequeno povoado de Trancoso atrai visitantes em diferentes épocas do ano, principalmente durante o Reveillon. O lugar conta com pousadas incríveis, lojas e restaurantes.

2 – Morro de São Paulo – BA

Vista do mirante e tirolesa em Morro do São Paulo, na Bahia

No município de Cairu, na região Sul do estado baiano, está localizado o Morro de São Paulo. Uma ilha que chama atenção por suas raízes históricas e pelas praias paradisíacas.
É possível chegar à ilha por meio de um barco, saindo de Salvador ou Valença. Esse é um verdadeiro Oásis para quem deseja aproveitar uma temporada de descanso.

3 – Salvador – BA

Casas coloniais no Pelourinho em Salvador - Bahia

Salvador é reconhecida pelo seu clima e astral único. A capital da Bahia reserva muita alegria, simpatia e entusiasmo, que atraem gente o ano inteiro, mas é no período de Carnaval que a cidade ganha ainda mais destaque, momento em que a cidade vira uma grande festa popular ao ar livre.
O famoso e colorido Pelourinho é um bairro histórico, considerado Patrimônio da Humanidade pela Unesco. O charme do lugar fica por conta das ruazinhas, vielas e casas coloridas.

4 – Jericoacoara – CE

Praia em Jericoacoara no Ceará

Localizada a 300 quilômetros de Fortaleza, na região Oeste do Ceará, Jericoacoara é uma vila de natureza exuberante e singular, muito procurada por viajantes que estão em busca de um refúgio para sossego e tranquilidade. Repleto de mangues, lagoas, dunas e praias, não há como não se encantar com a simplicidade do local e com seu povo hospitaleiro.

5 – Fortaleza – CE

Praia em Fortaleza no Ceará

Fortaleza está no topo do ranking de destinos nacionais favoritos dos viajantes. Com uma excelente infraestrutura, além de uma rede hoteleira completa e atrativa, o local reúne uma série de atrativos, com muita música, dança, festas e belezas naturais.
Quando estiver por lá, visite a Praia do Futuro, Praia Meireles e a Ponte dos Ingleses, que está na Praia de Iracema.

6 – Canoa Quebrada – CE

Vista de praia Canoa Quebrada no Ceará

No lado leste do litoral Cearense está a Canoa Quebrada. A região é famosa pelo contato com a natureza. Uma das atividades mais famosas e que é considerada obrigatória é o passeio de Bugue para vislumbrar as famosas falésias coloridas, com direito à caminhada pela orla da praia.

7 – Lençóis Maranhenses – MA

Mulher sentada no Chão em Lençóis Maranhenses observando o pôr do sol

Localizado a 250 quilômetros da capital do Maranhão, São Luís, o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses abriga o fenômeno das lagoas interdunares à beira mar. A areia branquinha e fina marca o cenário único e perfeito, que enche os olhos de quem tem a oportunidade de conhecê-lo.

8 – João Pessoa – PA

Praia em João Pessoa na Paraíba

Uma cidade de ritmo desacelerado e relaxante, João Pessoa reserva piscinas naturais, como a Picãozinho e praias tranquilas, de cor esverdeada, como a Bessa, Cabo Branco e Tambaú. A região ainda abriga alguns monumentos marcantes e dignos de cartão postal como o Farol do Cabo Branco e a Estação Cabo Branco, projetada por Niemeyer.

9 – Fernando de Noronha – PE

Vista de cima de uma das ilhas em Fernando de Noronha, no Pernambuco

O arquipélago de Fernando de Noronha é o sonho de viagem de muita gente. Com 21 ilhas, o destino é perfeito para pessoas de todas as idades. A 540 quilômetros da capital de Pernambuco, é uma região que certamente reserva surpresas e uma experiência incrível. Quer saber mais? Confira o nosso post sobre o que fazer em Fernando de Noronha.

10 – Porto de Galinhas – PE

Vista aérea de Porto de Galinhas em Pernambuco

O estado de Pernambuco oferece muito mais para seus visitantes, como o Porto de Galinhas – uma das regiões mais bonitas do estado e do Nordeste. Viajar para lá é uma experiência marcante e não há como deixar de se deslumbrar com suas belíssimas paisagens.

11 – Praia da Pipa – RN

Praia de Pipa no Rio Grande do Norte

Viajando para o estado do Rio Grande do Norte, é possível conhecer e aproveitar lugares como a Praia da Pipa, situada no município de Tibau do Sul, a 75 quilômetros da cidade de Natal. Esse é o principal Balneário do litoral sul do estado e é muito procurado por surfistas e pessoas que buscam animação.

12 – Natal – RN

Passeio de Bugue em Natal, no Rio Grande do Norte

Natal representa o equilíbrio entre uma cidade grande e a natureza. Com dunas, praias, rios e águas verdes, o local reúne o que muita gente procura na hora de fechar uma nova viagem. Ir à Natal é sinônimo de animação e de passar horas em atrações, como o passeio de bugue, por exemplo, além de aproveitar a culinária local e a agitada vida noturna.

13 – São Miguel do Gostoso – RN

São Miguel do Gostoso - RN

Ainda no Rio Grande do Norte, São Miguel do Gostoso é uma cidadezinha que oferece o privilégio de aproveitar dias de sossego e serenidade. O clima bucólico e até mesmo solitário dessa região é o que atrai visitantes que desejam descansar, refletir e relaxar, mas sem deixar de aproveitar praias e as riquezas naturais do nosso Nordeste.

14 – Aracaju – SE

Ponte dos Coqueiros em Aracaju

[reprodução Pinterest]

Piscinas naturais, dunas, praias, cultura e culinária deliciosa. Esses são alguns do motivos que levam tantos viajantes a conhecer a cidade de Aracaju, no Sergipe. Essa região é famosa pelo litoral, com a água do mar quente e paisagens deslumbrantes. Conheça praias como a Barra dos Coqueiros, Praia dos Artistas, Praia do Atalaia e Praia do Saco.

15 – Maceió – AL

Praia de Pajuçara em Maceió

Maceió é um dos destinos mais paradisíacos, não só do Nordeste, como de todo o Brasil. A Praia de Pajuçara é o coração da cidade, um lugar de visita obrigatória para o turista. As águas esverdeadas e as piscinas naturais não deixam nada a desejar para os destinos caribenhos.
A Praia do Francês e a Praia do Gunga são outros lugares imperdíveis para quem estiver
viajando por este lugar.

16 – São Miguel dos Milagres – AL

Praia em São Miguel dos Milagres

[reprodução Pinterest]

Para quem busca mais sossego, São Miguel dos Milagres é a escolha certa. O lugar conta com uma extensa área litorânea com um mar de água morna e calma. Com diferentes pousadas à beira mar, o destino é perfeito para casais.

17 – Maragogi – AL

Vista Aéreas de Maragogi em Alagoas

[reprodução Pinterest]

Maragogi está entre Maceió e Recife e, por isso, é muito comum que as pessoas dessas regiões visitem o local. Esse destino tornou-se muito famoso e procurado graças às belezas das piscinas naturais, que surgem no período de maré baixa e que encantam com a vida aquática que surge nessa época.

18 – Barra Grande – PI

Pôr do Sol em Barra Grande Piaui

Para completar a nossa seleção, Barra Grande, no Piauí, está situada a 400 quilômetros de Teresina. Esse é um lugar com um clima tropical maravilhoso, praias magníficas e muita diversão, além de presentear seus visitantes e moradores com um belíssimo pôr-do-sol.

Já decidiu qual desses será o seu próximo destino? Venha ver os preços das passagens aéreas e aproveite as condições do ViajaNet para fazer a sua viagem para o Nordeste!

10 passeios imperdíveis em Fernando de Noronha

Um dos paraísos do Nordeste brasileiro impressiona quem busca um destino para se divertir dentro e fora das águas. As 21 ilhas do arquipélago têm muito a oferecer para aqueles que escolhem Fernando de Noronha como o destino das férias.

Descrição da imagem: A fotografia mostra uma das praias de Fernando de Noronha com destaque para uma piscina natural de água límpida. Uma mulher, usando um grande chapéu, aproveita o sol e o céu limpo que o dia proporciona.

(Fonte Pinterest)

Situado a mais de 540 quilômetros da capital de Pernambuco, Fernando de Noronha é um surpreendente arquipélago pertencente ao estado nordestino mundialmente famoso por seus cenários cinematográficos e praias de água cristalina. A ilha principal é bem pequena – somente 17 quilômetros quadrados -, e a vida de seus quase 3 mil habitantes é bem simples e calma. Por isso, uma viagem a Fernando de Noronha é tão intensa e simples ao mesmo tempo, coexistindo experiências totalmente diferentes. De habitats naturais de golfinhos, tubarões e tartarugas à vegetação virgem e densa, não é um erro dizer que o arquipélago é o paraíso na terra. Descubra o que fazer em Fernando de Noronha.

1 – Conhecer a ilha principal

Começar sua viagem fazendo o Ilha Tour é imprescindível. Nesse passeio, você conhece os principais pontos turísticos de Fernando de Noronha, tendo uma visão geral da ilha principal e de suas praias mais conhecidas. O visitante embarca em buggys ou veículos no estilo safári e conhece pontos como a Praia do Leão, o Museu do Tubarão, a Enseada da Caieira, a Capela de São Pedro, o Porto de Santo Antônio, entre outros. O passeio dura um dia completo e dá a primeira impressão do destino escolhido.

Descrição da imagem: Três buggys à beira da Praia do Leão estão alinhados enquanto pessoas, em pé dentro deles, alegremente erguem os braços posando para a foto.

(Fonte Pinterest)

2 – Visitar o Naufrágio Eleni Stathatos

Uma das atividades de mergulho em Fernando de Noronha Pernambuco é conhecer o naufrágio de Eleni Stathatos. Trata-se de um navio grego que afundou próximo ao Porto de Santo Antônio no ano de 1929. Devido à rasa profundidade e água clara, é possível observar toda a estrutura do navio, que se tornou há pouco tempo um verdadeiro ponto turístico. O navio de 160 metros de comprimento levava material ferroviário para uma estrada de ferro na Argentina e afundou por conta de um incêndio em um dos motores. Hoje, o navio submerso é casa de tartarugas, lagostas, raias, alguns peixes coloridos e até mesmo tubarões.

Descrição da imagem: A foto mostra três mergulhadores observando o casco do navio Eleni Stathatos embaixo da água.

(Fonte Flickr)

3 – Fazer um mergulho na Praia do Atalaia

Falando em mergulho, você sabia que Fernando de Noronha é um dos melhores lugares para mergulhar do Brasil e quiçá do mundo? A Praia da Atalaia é um exemplo disso. O local possui um recife de corais bem perto da areia, o qual reúne diversas espécies de animais marinhos que vivem só ali. É um dos locais mais visitados por mergulhadores no mundo, sendo as visitas restritas a apenas 100 pessoas por dia, de acordo com o controle do Ibama. A praia reúne tartarugas, espécies de polvos e milhares de peixinhos coloridos em um ambiente de água cristalina.

 Descrição da imagem: A imagem mostra centenas de peixinhos de cor dourada nadando tranquilamente, enquanto uma moça entre eles utiliza um snorkel e faz sinal de “joinha” com as duas mãos.

(Fonte Istock)

4 – Ir até a Baía dos Porcos

Eleita por oito anos consecutivos como a praia mais bonita do litoral brasileiro, a Baía dos Porcos é um tesouro escondido em Fernando de Noronha. A água tem tonalidade verde, e diversas piscinas naturais são formadas quando a maré está baixa, graças à grande presença de pedras vulcânicas no mar. A praia não possui nenhuma estrutura de restaurantes e barraquinhas. Por isso, leve lanches e água para ficar até tarde na Baía e observar o incrível pôr do sol. Não esqueça de levar seu lixo embora com você.

Descrição da imagem: A imagem mostra a Baía dos Porcos com as suas características pedras vulcânicas na margem. Ao fundo, os dois montes chamados de “Dois Irmãos” deixam a paisagem ainda mais bonita.

(Fonte Istock)

5 – Conhecer o Projeto Tamar

Se você estiver no arquipélago entre setembro e dezembro, você pode conhecer o Projeto Tamar de preservação das tartarugas marinhas. Com um pouco de sorte, você poderá presenciar a desova de gigantescas tartarugas na Praia do Leão e ver a abertura de ninhos das tartaruguinhas que acabaram de nascer. Os turistas são organizados em postos de observação para não atrapalharem a passagem das tartarugas. Quem já presenciou esse espetáculo da natureza diz que é uma experiência inesquecível.

Descrição da imagem: Diversas tartarugas recém-nascidas andam em direção ao mar da Praia do Leão em Fernando de Noronha.

(Fonte Pinterest)

6 – Observar golfinhos

A primeira pergunta que se passa na mente do turista é: o que fazer em Fernando de Noronha? O arquipélago também é muito conhecido por ser o lar e o local onde os golfinhos viajam para fazer o ritual de acasalamento. No mirante dos golfinhos, você pode observá-los de longe e, nos passeios de barco, vê-los de perto. Os golfinhos saltitantes e bem receptivos tornam o passeio uma experiência única.

Descrição da imagem: Três golfinhos saltam sobre a água em meio ao mar azul de Fernando de Noronha.

(Fonte Pinterest)

7 – Aventurar-se no Aquasub

Uma das propostas mais divertidas do arquipélago, o Aquasub é uma atividade que você não pode deixar de fazer. Conhecido também como Planasub ou Prancha a reboque, o esporte aquático consiste em um barco puxando uma prancha, na qual o praticante envolve seus braços. Munido de uma máscara e snorkel, o praticante segura a prancha sem tirar a cabeça da água, inclinando-a para baixo para fazer manobras em direção ao fundo e, em seguida, para cima, voltando à superfície. O esporte foi inventado em Noronha e traz uma sensação parecida com um voo embaixo da água.

Descrição da imagem: Duas pessoas se aventuram no Aquasub, segurando a pequena prancha na mão e utilizando máscaras e snorkel.

(Fonte Pinterest)

8 – Trilhas

Diversas trilhas podem ser feitas em Fernando de Noronha, mas a que merece certo destaque é a trilha do Atalaia. Por meio dela, você terá a oportunidade de conhecer o lado não habitado da ilha principal, desbravando a flora virgem do local e avistando diversas espécies de pássaros que habitam as árvores do espaço. Há trilhas que te levam até a região das Baías e outras que partem do centro da ilha principal até uma praia deserta. Uma experiência indicada para os mais aventureiros.

Descrição da imagem: Três pessoas caminham pelo final da trilha do Atalaia, chegando à praia de mesmo nome. O mar azul do fundo da imagem e a trilha acinzentada de solo vulcânico dão o tom da fotografia.

(Fonte Pinterest)

9 – Surfe

Para quem é fã do esporte, saiba que Fernando de Noronha é um dos melhores locais do Brasil para pegar algumas ondas. Ondas altas e tubulares não faltam nas praias de Boldró e da Conceição – duas das mais procuradas por surfistas do mundo todo. A melhor época para surfar é entre dezembro e janeiro, quando as ondas ficam maiores, mais longas e consistentes.

 Descrição da imagem: A foto mostra uma moça pegando uma onda com a sua prancha em uma das praias de Fernando de Noronha.

(Fonte Pinterest)

10 – Visitar a Baía do Sancho

A segunda praia mais bonita do Brasil também está em Fernando de Noronha! A Baía do Sancho possui uma faixa de areia dourada, emoldurada por falésias de todas as cores. O mar tem um tom azul-claro, e os corais permitem a vida marinha de centenas de espécies diferentes. Você pode subir no mirante acima da praia e observar a diferença de coloração, que transforma a praia em um dos pontos mais lindos do mundo.

Descrição da imagem: a foto mostra a Baía do Sancho vista de seu mirante. O mar apresenta um divertido gradiente de tons azuis e alguns barcos ocupam parte da baía.

(Fonte Pinterest)

Quer conhecer esse paraíso com os seus próprios olhos? Com as passagens aéreas do ViajaNet, você pode fazer esses incríveis passeios sem se preocupar com o peso no bolso. Confira nossas passagens aéreas para Fernando de Noronha e conheça esse incrível destino do Nordeste!

Museu do esporte: conheça os principais museus relacionados a práticas esportivas espalhados pelo mundo!

Mesmo viajando, você não consegue esquecer do futebol, do surfe ou do hóquei? Relaxe! Há museus pelo mundo que exaltam e contam a história do seu esporte favorito por meio de coleções interessantíssimas. E algumas exposições estão mais perto do que você imagina!

Sendo fã ou não, você deve admitir que o esporte está enraizado em nossas vidas. Quem nunca parou uma tarde de domingo para assistir a um jogo na televisão? Foi a algum ginásio assistir ao vivo uma partida? Não bateu uma raquete com uma bolinha na praia? Ou simplesmente conversou com os amigos sobre o time favorito? Os esportes estão presentes em nosso cotidiano e, até mesmo em momentos de viagem, você pode usufruir deles. Que tal, então, visitar um museu do esporte em algum lugar do mundo? O ViajaNet preparou esta lista para você conhecer alguns dos principais museus dedicados e relacionados ao esporte no mundo todo! Confira!

A imagem mostra a parte de dentro do Museu Olímpico Lausanne, na Suíça. Há uma escultura de um homem agachado com um arco que aponta para o alto com a sua flecha. Ao fundo, réplicas de tochas olímpicas históricas decoram uma das seções do museu suíço.

(reprodução Pinterest)

Australian National Surf Museum – Torquay, Austrália

O Museu do Surf, na Austrália, é uma visita imperdível quando você for à cidade de Torquay, capital mundial do esporte. As praias da cidade recebem ondas de cinco metros de altura, atraindo milhares de entusiastas do surf todos os anos. E o museu fica a menos de 10 minutos da principal praia da cidade, a Bells Beach.

Construído em 1993, o museu resgata a história do surfe na Austrália e no mundo, com registros fotográficos dos primeiros momentos do surfe no país, expondo as histórias dos principais nomes do esporte e os artigos usados em campeonatos antigos. O espaço conta com um hall da fama em que já passaram nomes muito conhecidos, como Kelly Slater, Joel Parkinson, Gabriel Medina e Mineirinho.

A imagem mostra uma das exposições do Australian National Surf Museum com algumas pranchas históricas fixadas na parede. São 10 pranchas de madeira que impressionam os visitantes que passam pelo corredor da exposição.

(reprodução Pinterest)

 

Hockey Hall of Fame – Toronto, Canadá

Localizado em Toronto, o hall da fama do hóquei reúne algumas réplicas dos principais troféus conquistados por times canadenses de hóquei no gelo nos últimos 50 anos. Além disso, todos os anos, uma comissão de ex-jogadores, atuais dirigentes, técnicos e entendidos do esporte se reúne para eleger atletas que serão eternizados nas paredes do museu.

Uma das atrações mais divertidas do espaço é uma pista de gelo que simula uma partida de hóquei de verdade. Nela, em uma espécie de “pênalti”, você pode se arriscar a ser o goleiro defendendo tiros da versão robotizada do maior jogador de hockey da história, Wayne Gretzky. E com passagens para Toronto, você pode conhecer esse belo local na maior cidade do Canadá.

Na foto, a réplica da taça da National Hockey League – NHL, que pode ser vista no hall da fama Toronto. O belo troféu possui em sua base o nome de todos os times campeões da história.

(reprodução Pinterest)

Museu do Futebol – São Paulo, Brasil

O esporte mais popular do Brasil não poderia ficar de fora desta lista. Localizado no piso térreo do Estádio Paulo Machado de Carvalho, o Pacaembu, o Museu do Futebol SP é um dos mais visitados do país.

A exposição é distribuída em 15 salas temáticas e conta de forma interativa como o futebol chegou ao Brasil e se tornou parte da nossa história e cultura. É um museu dedicado aos amantes do futebol! A Sala dos Gols apresenta jogadas impressionantes e gols mágicos que aconteceram em território nacional e a Sala do Rádio celebra grandes narrações de jogadas que ficaram na história.

A foto mostra a fachada principal do Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho, onde fica o Museu do Futebol Pacaembu.

Museum Schumacher – Colônia, Alemanha

O Museum Michael Schumacher tem inauguração marcada para abril de 2018 e reúne a coleção do heptacampeão de Fórmula 1, Michael Schumacher. A vida do ex-piloto e multicampeão será narrada através de seus objetos pessoais e de sua grande coleção de automóveis, juntamente com as máquinas que ele tanto pilotou nas pistas.

O museu ainda contará com um hotel temático, restaurantes, salas de conferências, teatro e sala de eventos. O museu, que deve atrair mais de 100 mil visitantes por ano, terá entrada gratuita. No acervo do museu, estarão 20 carros usados pelo ex-piloto — entre eles, os sete com os quais foi campeão mundial.

Descrição da imagem: A imagem mostra o interior do Museum Michael Schumacher com todos os carros usados pelo ex-piloto e sete vezes campeão de Fórmula 1.

MOTORWORLD/Köln Rheinland Keep Fighting Foundation/Divulgação

Museu Olímpico – Lausanne, Suíça

O Museu Olímpico Lausanne é um dos pontos mais visitados da Suíça e é totalmente interativo e moderno, contando as histórias dos Jogos Olímpicos de agora e da antiguidade. São mais de 10 mil peças no museu, que conta com tochas olímpicas de todos os jogos, medalhas, mascotes de todas as edições, maquetes dos estádios, ginásios e vilas, uniformes históricos, equipamentos e muito mais.

O local ainda abriga o Olympic Park, que conta com versões menores de pistas olímpicas, caixas de areia e campos de futebol para a criançada.

A imagem mostra a fachada principal do Museu Olímpico de Lausanne com a sua pira olímpica, que mantém o fogo queimando ininterruptamente todas as horas do dia, todos os dias do ano.

Quer ver um incrível museu do esporte com os seus próprios olhos? Compre as passagens áreas do ViajaNet e escolha o seu destino favorito. Fique de olho no blog do ViajaNet para mais listas como esta e se surpreenda!

O que fazer em Toronto no Inverno

Com pistas de patinação no gelo, paisagens diferenciadas e estações de esqui, você descobrirá que viajar para Toronto no inverno vale a pena

Quem está pensando em viajar para Toronto entre os meses de dezembro e fevereiro irá aproveitar as baixas temperaturas na região. Se você está procurando por passagens aéreas para lá, mas tem dúvida se Toronto no inverno vale a pena, confira o que fazer em Toronto inverno aqui, no blog do ViajaNet.

A fotografia contempla o lago Ontário congelado e, ao fundo, os prédios da cidade de Toronto iluminados em um começo de noite na região. A CN Tower, maior torre do Canadá, está no meio desses mesmos prédios com uma iluminação rosada.

Aproveite as pistas de patinação no gelo

No finalzinho do mês de novembro, as primeiras pistas começam a abrir para a patinação no gelo. Existem mais de 50 pistas externas, como a do High Park, que, na verdade, é a lagoa Grenadier congelada , e mais de 40 pistas internas desenvolvidas justamente para essa atividade, que é uma das mais populares entre os moradores durante os dias mais frios do ano. Grande parte delas tem acesso gratuito, basta apenas alugar os equipamentos e arriscar a primeira patinação.

Vá à cidade subterrânea de Toronto

O PATH é o sistema de túneis da cidade de Toronto que chama atenção em qualquer época do ano. Mas especialmente no inverno, ele é ainda procurado, afinal, é considerado um verdadeiro refúgio para comerciantes, moradores e turistas que desejam passear e aproveitar para fazer compras nesse que é o maior centro comercial subterrâneo do mundo.

Na imagem, há um homem e uma mulher em uma pista de patinação de gelo. Os dois estão vestidos para o inverno com gorro, cachecol, calça, blusa de lã (ele de vermelho e ela de branco e preto) e patins para patinação no gelo. O homem está sentado no chão congelado e a mulher está indo em direção a ele. Os dois estão sorrindo.

Visite as cataratas do Niágara

As cataratas do Niágara são muito procuradas por turistas durante o verão. Mas no inverno, elas podem ser igualmente interessantes. Durante os dias mais frios do ano, quando a neve predomina na região canadense, as famosas quedas d’água ficam completamente congeladas e resultam em uma paisagem curiosa e diferenciada.

Esse lugar é, também, uma belíssima opção para quem está procurando passagens para Toronto para aproveitar as festas de final de ano. Durante o Natal, os arredores da região do Niagara Falls contam com uma programação natalina, e, no momento da tão esperada virada do ano, os fogos de artifício animam a festa, deixando a paisagem ainda mais bonita e emocionante.

A imagem vislumbra as cataratas do Niágara. Porém, toda a água está completamente congelada. O branco da neve predomina nessa paisagem, contudo, existe uma iluminação nas cores vermelho, azul e púrpura.

Conheça Blue Mountain, a estação de esqui

Estação de esqui não é o ponto forte da cidade canadense, mas existem lugares para essa atividade próximos a Toronto que são encantadores, como Blue Mountain, por exemplo, que é uma montanha com estrutura para ski e snowboard. Essa região é muito charmosa e conta com uma vila, além de lojas e de restaurantes deliciosos. E se essa é a sua primeira vez na neve, fique tranquilo. É possível fazer aulas e alugar os equipamentos necessários na própria estação.

Por fim, viajar para Toronto no inverno te dará a oportunidade de encontrar a cidade em um ritmo mais tranquilo – afinal, nessa época, o número de turistas é reduzido – para aproveitar as delícias típicas dessa região, como os cafés, por exemplo, ou até mesmo o festival de cerveja artesanal, que acontece nessa mesma época.

Casas debaixo da terra: conheça 5 cidades subterrâneas espalhadas pelo mundo

Túneis de contrabando, passagens secretas, salas de proteção da guerra, do frio e do calor; descubra essas surpreendentes cidades subterrâneas espalhadas pelo mundo.

Descrição da imagem: a imagem mostra o pátio central das minas de Sal de Wieliczka, na cidade de Cracóvia, uma das maiores cidades polonesas. O piso, feito de sal condensado, possui a mesma coloração acinzentada das paredes e do teto do local. Grandes lustres iluminam o pátio, proporcionando um aspecto nobre ao ambiente.

(Reprodução Istock)

Derinkuyu, Capadócia – Turquia

A cidade da Capadócia possui nada mais, nada menos que 36 cidades subterrâneas espalhadas – por baixo – de seu território, e Derinkuyu é a mais impressionante de todas. Alguns arqueólogos datam sua construção por volta do ano 4000 antes de Cristo, sendo abandonada por completo no século 7 depois de Cristo. Formada por 20 níveis, a cidade subterrânea está a 38 metros de profundidade e possui todos os “atributos” de uma cidade normal. Rede de ruas, casas, salas de armazenagem de alimentos, igrejas, estábulos, bares, poços d’água e tubos de ventilação, que permitiam que o ar circulasse até mesmo nos níveis mais profundos da cidade.

Estima-se que essa cidade subterrânea Turquia era capaz de abrigar mais de 100 mil pessoas, e, segundo os arqueólogos, a cidade provavelmente foi construída como refúgio durante alguma era glacial. Cheia de túneis secretos e mais de 600 saídas para a superfície, Derinkuyu é uma visita indispensável em sua viagem para Turquia!

Descrição da imagem: na imagem, a cidade subterrânea Turquia, na Capadócia. Um túnel feito de pedra vulcânica com diversas entradas e saídas nas laterais da imagem. Uma fenda no teto, no centro da imagem, permite a entrada de luz natural em Derinkuyu.

(Reprodução Istock)

PATH, Toronto – Canadá

O PATH é um sistema de túneis sob a cidade de Toronto construído nos anos 1900, para ajudar a resolver o problema de locomoção de trabalhadores do centro, que sofriam com o inverno canadense. A rede foi ampliada quando ocorreu a integração com o metrô e, hoje, essa cidade subterrânea Canadá tem uma extensão superior a 30 quilômetros.

Abrigando dezenas de lojas, linhas de metrô e praças de alimentação, o PATH liga vários edifícios empresariais e pontos turísticos de Toronto, como a CN Tower e o Ripley’s Aquarium of Canada. Mais de 150 mil pessoas passam diariamente pelo sistema, seja para fugir do trânsito ou para simplesmente turistar em um dos maiores centros comerciais subterrâneos do mundo.

 Descrição da imagem: podemos observar na imagem uma das saídas do sistema PATH cidade subterrânea Toronto, onde uma escada rolante central leva uma mulher para um dos túneis acima da terra. O túnel possui o teto tomado por vidros, o que proporciona uma belíssima iluminação natural.

(Reprodução Pinterest)

Dixia Cheng, Pequim – China

Durante a Guerra Fria e as tensões nucleares que assolavam o mundo, Mao Tsé Tung, então presidente da China, ordenou a construção de uma cidade subterrânea China que suportasse ataques nucleares de grandes proporções. A cidade seria usada para abrigar toda a população de Pequim e permitiria que as autoridades do governo a evacuassem em caso de ataques. Depois de sua inauguração, no ano de 1970, o governo afirmara que a cidade subterrânea seria capaz de abrigar seis milhões de pessoas durante uma crise, oferecendo escolas, hospitais, fábricas, clínicas, poços d’água e fazendas de cultivo.

Não há divulgação exata da real extensão de Dixia Cheng, mas estima-se que a cidade possui mais de 85 quilômetros quadrados e cerca de 90 entradas e saídas para a superfície. Chamada de “A Grande Muralha Subterrânea da China”, Dixia Cheng nunca chegou a ser usada para os fins originais. Hoje, aberta para visitação, alguns tours só mostram a parte circular do complexo, ocultando os seus níveis secretos.

Descrição da imagem: a imagem mostra uma das entradas da Dixia Cheng, a cidade subterrânea China. Uma pequena e singela porta que guarda mais de 85 quilômetros quadrados de túneis, salas e passagens secretas

(Reprodução Pinterest)

Shanghai Tunnels, Portland – Estados Unidos

Ligando o bairro de Chinatown à área de Downtown, no centro de Portland, essa rede de túneis e passagens foi construída em 1962 ligando diversos porões de bares e restaurantes do centro da cidade ao rio Willamette, permitindo que as mercadorias transitassem pela cidade sem complicações.

Há algumas histórias nebulosas cercando os Shanghai Tunnels que hoje servem de lendas urbanas para atrair os turistas. Durante a fase mais “rica” do sistema, criminosos usavam os túneis para contrabando de mercadorias, tráfico de drogas e para a prática conhecida como “shanghaing”, que consistia em sequestrar pessoas e fazê-las servirem como marinheiros no porto de Willamette.

Descrição da imagem: a imagem mostra um dos porões que eram ligados aos Shanghai Tunnels. Uma escada de madeira leva ao piso superior do estabelecimento e, no canto esquerdo da imagem, prateleiras vazias mostram onde ficavam as mercadorias transportadas nos túneis.

(Reprodução Pinterest)

Minas de sal de Wieliczka, Cracóvia – Polônia

Um dos lugares para viajar mais interessantes dessa lista, as minas de sal de Wieliczka, em Cracóvia, foram construídas no século 13 e produziam sal de cozinha até o ano de 2007, sendo agora um polo turístico da Polônia.

O complexo de túneis chega a mais de 300 quilômetros de extensão, possuindo inúmeras cavernas escuras, três mil salas e nove andares subterrâneos. Durante a segunda guerra mundial, as minas de sal foram ocupadas pela Alemanha nazista e serviram como armazém para fábricas de produtos militares, como bombas e materiais de artilharia. Os mais de um milhão de turistas que visitam o local todos os anos podem ver estátuas, um lago subterrâneo, capelas e até mesmo uma catedral.

 Descrição da imagem: A imagem mostra uma das capelas presentes nas minas de sal de Wieliczka, com o teto, paredes e piso igualmente acinzentados por conta do sal. Um grande lustre ilumina as imagens cristãs do ambiente, juntamente com os bancos de madeira.

(Reprodução Istock)

Quer mais dicas legais como essa? Fique de olho no blog do ViajaNet para mais novidades sobre os destinos surpreendentes do mundo. Com as passagens aéreas do ViajaNet, você pode viajar para esses lugares fantásticos e conhecer as cidades subterrâneas com seus próprios olhos.

Conheça o Hockey Hall of Fame, o templo do hóquei no gelo do Canadá!

Dedicado a uma das modalidades mais amadas pelos canadenses, o Hall da Fama Toronto conta a história do esporte e dos principais craques dos times do país.

Descrição da imagem: A imagem mostra a fachada do Hall da Fama do Hóquei em Toronto. O edifício segue características arquitetônicas de estilo georgiano, o qual tem detalhes neoclássicos, principalmente nos arcos na parte da frente. Nestes arcos, posters de jogadores importantes do hóquei canadense podem ser vistos da rua. Astros como Blake, Forsberg e Modano dão boas vindas aos visitante do HHF.

(Reprodução Istock)

O Hall da Fama do Hóquei canadense fica localizado na esquina das ruas Front e Yonge, no centro de Toronto, perto da Dundas Square, e recebe cerca de 300 mil visitantes todos os anos, canadenses ou não. Aberto 362 dias por ano, o Hockey Hall of Fame é um museu dedicado ao esporte mais amado do país. Se, no Brasil, a paixão nacional é o futebol, com crianças e adultos devotos à modalidade, no Canadá, o hockey é como uma religião, sendo objeto de conversas em bares, no trabalho e nas ruas, levando milhares de pessoas para os estádios de Toronto e para a frente das TVs.

Tal paixão levou à criação do Hall da Fama do Hockey no gelo em Toronto, que reconta a história do esporte no país e contém uma das maiores coleções de objetos históricos ligados ao hockey, como uniformes, tacos, patins, troféus, além de tributos aos grandes jogadores que atuaram no Canadá.

Descrição da imagem: A imagem mostra a entrada do Hockey Hall of Fame com as primeiras atrações do museu: as fotos e os principais fatos dos grandes jogadores que atuaram no Canadá. Alguns troféus históricos também estão expostos no centro do salão. O local é totalmente iluminado pelas suas janelas laterais e pela abóbada de vidro do teto.

(Reprodução Pinterest)

Um pouco da história do Hockey Hall of Fame Toronto

O Hall da Fama do Hóquei canadense já teve muitas sedes. Inaugurado em 1943, a casa do museu dedicado ao esporte ficava na cidade de Kingston, também em Ontário. A ideia saiu da mente de James Sutherland, então presidente da Associação Amadora de Hockey do Canadá (CAHA). James queria criar um memorial no país para lembrar dos grandes nomes que passaram pelo esporte. Só depois de dois anos da criação do museu que os primeiros homenageados ganharam uma festa na cidade de Kingston. Entre eles, estavam os atletas Hobey Baker, Charlie Gardiner, Eddie Gerard, entre outros.

Em 1958, a transferência foi feita para Toronto. A comoção da cidade quanto ao museu foi tão grande que decidiram mudar mais uma vez o local, o que demorou um certo tempo. O novo Salão da Fama do Hóquei abriu oficialmente em 18 de junho de 1993, na esquina das ruas Front e Yonge. O novo local possui quase 5 mil metros quadrados (sete vezes maior que o primeiro local).

No primeiro ano de exibição no novo local, o museu recebeu 500 mil visitantes, um recorde em museus dedicados a esportes na América do Norte. No novo local, funcionava um antigo banco de Montreal, construído em 1840. O edifício segue com a arquitetura original, mas já passou por várias expansões — a última foi em 2003.

Descrição da imagem: A imagem mostra uma foto antiga do prédio da esquina das ruas Front e Yonge. O antigo banco de Montreal é hoje a casa do Hall da Fama do Hóquei canadense

(Imagem de domínio público)

O Hockey Hall of Fame

O Hall da Fama possui 15 áreas de exposições permanentes e algumas áreas de exposições rotativas. Anualmente, uma comissão formada por ex-jogadores, técnicos e dirigentes do esporte escolhe aqueles que serão homenageados no museu, julgando suas contribuições ao esporte dentro e fora da pista de gelo.

O objetivo do Hockey Hall of Fame, segundo sua curadoria, é trazer um pouco da história do Hockey, proporcionando aos visitantes um pouco de conhecimento a respeito do esporte. Todo o acervo do museu já pertenceu a jogadores notáveis times de Hockey de Toronto e de outras partes do Canadá, bem como réplicas e troféus originais da principal liga do país, a National Hockey League – NHL.

Uma atração bem divertida de participar é a “NHLPA Be A Player”, onde você pode entrar em uma pequena pista de hockey e tentar marcar gols contra um goleiro computadorizado, simulando o grande goleiro canadense Ed Belfour. Em contrapartida, você também pode se arriscar a ser o goleiro, defendendo tiros da versão computadorizada do maior jogador de hockey da história, o também canadense Wayne Gretzky.

Descrição da imagem: A imagem mostra uma das esculturas presentes na entrada do Hockey Hall of Fame, a chamada “Our Game”. A escultura mostra seis torcedores de metal com semblantes alegres vestidos para o jogo e apoiados em uma reprodução da mureta que separa a pista de hockey e a torcida

(Reprodução Pinterest)

Se você quiser conhecer o Hockey Hall of Fame Toronto, compre as passagens para Toronto no ViajaNet. O Hall da Fama abre quase todos os dias do ano, com entradas custando cerca de C$ 18. Crianças de até quatro anos não pagam.

Fique de olho no blog do ViajaNet para mais dicas incríveis como essa. No site do ViajaNet, você encontra os melhores preços e condições de pagamento em passagens aéreas para o Canadá e outros locais do mundo!

 

 

Visite a Art Gallery of Ontario e conheça uma das mais impressionantes coleções de arte do mundo!

Com mais de 90 mil peças, a Galeria de Arte de Ontário é um dos pontos mais interessantes e visitados de Toronto

A Galeria de Arte de Ontário (AGO), Gallery of Art Toronto, é um dos principais pontos turísticos do Canadá, por reunir exposições permanentes e temporárias, com obras do Renascimento, Barroco, Maneirismo, entre outros movimentos artísticos.

A imagem mostra a fachada recém construída da AGO, na Dundas Street. Em tons laranja e amadeirados, a fachada tem um formato singular, como a borda de um círculo. Muitas pessoas ocupam a entrada e carros passam na Dundas Street. O céu está claro, mas já apresenta indícios do entardecer.

(reprodução Pinterest)

A galeria está localizada no lado oeste da cidade, na Dundas Street West, entre a McCaul Street e Beverley Street, no distrito de Chinatown, um dos bairros de Toronto mais conhecidos por turistas. Com pouco mais de 45 mil metros quadrados, a AGO está na oitava posição dos maiores museus de arte da América do Norte (dentro do Canadá, apenas o Royal Ontario Museum está à frente).

Com mais de 90 mil itens em seu acervo, a Galeria de Arte de Ontário (AGO) possui obras do mundo todo e de todos os tempos. Lá você poderá observar coleções de arte canadense, obras renascentistas, arte européia, barroca, africana e da Oceania.

A imagem mostra um dos corredores da parte interior da AGO. O piso de madeira e as colunas possuem a mesma coloração ocre. Algumas pessoas estão na imagem, caminhando e sentadas em bancos distribuídos no corredor

(reprodução Pinterest)

Um pouco da história da Art Gallery of Ontario

Em 1900, um grupo chamado Ontario Society of Artists (Sociedade dos Artistas de Ontário, em português), decidiu criar uma galeria de arte, onde suas obras pudessem ser expostas.

Um dos membros do grupo, o historiador Goldwin Smith, ofereceu sua mansão georgiana, de 1817, para servir de galeria até a sua morte, em 1911. Depois disso, a administração do museu solicitou uma lei de proteção à casa e ao terreno, a qual a Assembléia Legislativa de Ontário chamou de “Lei relativa ao Museu de Arte de Toronto”.

O terreno que hoje abriga a Galeria Arte Toronto é muito conhecido também por conta do Grange Park, adquirido pela administração do museu em 1920. Muitas expansões aconteceram no local durante o século XX, sendo a última em 1998, que deixou o AGO com 45 mil metros quadrados.

A imagem mostra o primeiro prédio da Art Gallery of Ontario, a mansão doada por Goldwin Smith. A arquitetura é georgiana, a qual tem características neoclássicas, como o jardim em quadrado, que é visto na imagem. O jardim em questão, à frente da mansão, está tomado por neve. Algumas árvores sem folhas podem ser avistadas no entorno da casa.

(imagem de domínio público)

A Galeria de Arte de Toronto

Meio milhão de pessoas por ano querem ver de perto o rico acervo da Galeria de Arte de Ontário, que contém mais de 90 mil obras do primeiro século até os dias atuais, tornando a galeria um dos principais pontos turísticos do Canadá.

A principal atração é a coleção particular da galeria, resultado de mais de um século de compras e doações de aristocratas e outros museus. São obras da arte canadense, com ênfase nos expoentes da arte em Toronto, como Tom Thomson e o Grupo dos Sete. Na seção “Renaissance Trail”, você poderá conhecer algumas das obras de grandes nomes europeus como Pablo Picasso, Claude Monet, Vincent Van Gogh e Max Ernst.

Localizada no segundo andar da AGO, a “Galleria Italia” mede 180 metros ao longo da Dundas Street e chama a atenção dos turistas pelo design de sua fachada em madeira. Foi nomeada assim em homenagem às 26 famílias italianas que patrocinaram a última reforma do museu, em 2011.

A galeria conta ainda com peças de arte expressionista de Nova Iorque, arte egípcia, vanguardas russas, obras surrealistas, arte medieval, esculturas renascentistas, arte contemporânea, arte moderna e mais de 40 mil fotografias que vão desde impressões históricas até modernistas e obras contemporâneas.

Descrição da imagem: Uma das coleções da Art Gallery of Ontario, a coleção renascentista, no terceiro andar da galeria. Diversos quadros românticos, maneiristas e barrocos estão expostos na parede da AGO.

(reprodução Pinterest)

Quer ver as milhares de obras de arte da Art Gallery of Ontario com os seus próprios olhos? Compre suas passagens para Toronto e conheça uma das maiores galerias de arte do mundo. Com as passagens aéreas do ViajaNet, você pode conhecer Toronto da forma que quiser!

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